O infarto e o acidente vascular cerebral (AVC) estão entre as principais causas de morte no Brasil e no mundo. Ambos estão ligados a problemas no sistema cardiovascular e, na maioria das vezes, são silenciosos até o momento em que ocorrem. Por isso, entender os fatores de risco é fundamental para prevenir essas condições graves.

Pressão alta

A hipertensão arterial é um dos principais fatores de risco tanto para o infarto quanto para o AVC. Quando não controlada, ela causa danos aos vasos sanguíneos e sobrecarrega o coração, facilitando o surgimento de eventos cardiovasculares.

Colesterol alto

O excesso de colesterol LDL (o “ruim”) no sangue favorece a formação de placas de gordura nas artérias, dificultando o fluxo sanguíneo e aumentando o risco de obstruções que podem causar infarto ou AVC.

Diabetes

A glicose elevada por longos períodos provoca inflamações e lesões vasculares. Pessoas com diabetes têm risco aumentado de doenças cardíacas, especialmente quando o controle glicêmico não é bem feito.

Tabagismo

Fumar danifica diretamente as artérias, aumenta a pressão arterial e reduz o oxigênio no sangue. O tabagismo é um dos fatores mais agressivos quando se trata de risco cardiovascular.

Sedentarismo

A falta de atividade física regular contribui para o aumento do peso, da pressão arterial, do colesterol e da glicemia — todos fatores que elevam o risco de infarto e AVC.

Obesidade

O excesso de peso, especialmente na região abdominal, está relacionado a um maior risco de hipertensão, resistência à insulina, inflamação crônica e distúrbios do metabolismo, que favorecem eventos cardiovasculares.

Estresse crônico

Altos níveis de estresse emocional constante podem impactar negativamente a saúde do coração, levando a alterações hormonais, aumento da pressão arterial e maior propensão a comportamentos de risco, como má alimentação e sedentarismo.

Histórico familiar

Ter parentes próximos que já sofreram infarto ou AVC em idade precoce é um indicativo de risco aumentado, especialmente se associado a outros fatores.

Como reduzir os riscos?

A boa notícia é que a maioria dos fatores de risco pode ser controlada com mudanças no estilo de vida e acompanhamento médico regular. Alimentação equilibrada, prática de exercícios, abandono do cigarro e o controle de doenças como hipertensão, diabetes e colesterol são passos fundamentais para a prevenção.

Manter a saúde do coração é uma escolha diária — e começa com informação, consciência e atitudes consistentes.